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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

"Educação é tarefa de todos".

PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO


Foto do CMEI mestre Isaldino, no Pontal da Barra, Maceió

Desde 2001 o Plano Nacional de Educação, criado pela lei federal nº 10.172, definiu que todos os municípios e capitais do país construíssem seus Planos de Educação. No documento, construído logicamente com participação da sociedade deveria constar metas para os próximos dez anos para a educação do município contribuindo para a superação da exclusão de milhares de crianças, jovens e adultos dos processos formais de educação e do quadro desolador que é a descontinuidade das políticas públicas nesta área.
A importância de um documento desse porte é que é um Plano de Estado e não de governo. As metas definidas deverão ser cumpridas pelos gestores e cada gestor, a partir do seu plano de governo, decidirá como cumprir essas metas. O objetivo maior do documento é se constituir numa ferramenta de planejamento e de controle social.
Quando se trata da luta para garantir direitos para a população de um estado como Alagoas e para uma capital como Maceió nenhuma conquista pode ser banalizada. Depois do recorde da rotatividade de, salvo o engano, dez secretários de educação na gestão de um só prefeito, o décimo primeiro, o secretário Thomaz Beltrão e os demais que vierem finalmente terão um plano oficial para planejar estrategicamente o cumprimento das metas para a educação em Maceió.
Vale destacar que desde 2005 representantes do Comed - Maceió, um grupo de técnicos da SEMED e representantes de várias instituições da sociedade civil organizada, da rede pública estadual, da rede privada da Educação Infantil e dos movimentos em Defesa da Educação e de Afirmação da Diversidade se empenharam na tarefa da elaboração e aprovação do Plano Municipal de Educação.
Ao longo de todo o processo, o Comitê Gestor nomeado em portaria do executivo municipal (foram três portarias) e os diversos subcomitês (Educ. Infantil, Ens. Fundamental, Educação de Jovens e Adultos, Gestão e Financiamento, Educação Especial e Educação para a Diversidade, Formação e Valorização dos Profissionais da Educação) juntamente com a assessoria do prof. Dr. Elcio Verçoza, sistematizaram o documento encaminhado ás pré-conferências.
Em 2009 realizaram-se dez pré-conferencias em Maceió, sendo seis nas oito regiões administrativas com pauta conjunta da I CONAE, Conferencia Nacional de Educação. O PME foi aprovado na IV Conferência Municipal de Educação e encaminhado pelo prefeito à câmara municipal em 2010. Em 2011 a Câmara promoveu duas sessões públicas com vistas a ampliar o debate, culminando com sua aprovação em dezembro.
Iniciamos o ano com o prefeito Cícero Almeida sancionando a lei 6.333 em 01de fevereiro de 2012, com vigência de 2011 a 2021, que aprova e dá ciência pública ao Primeiro Plano Municipal de Educação de Maceió.
Como presidenta do COMED-MACEIÓ, que conclui seu primeiro mandato e que coordenou a conclusão da construção do PME, a sensação é de alívio e de dever cumprido, ao menos nessa etapa. A aprovação do Plano Nacional de Educação exigirá adequações e encaminhamentos e estarei atenta. Quero continuar acreditando que os cidadãos e cidadãs de Maceió, eu entre eles, tomarão posse desse documento para fazer valer o direito de ter uma educação que inclua e que seja instrumento de luta para o exercício da cidadania.
Meu agradecimento especial a todas as pessoas que, com responsabilidade e consciência cidadã, contribuíram para a conclusão dessa etapa do trabalho, por entenderem que educação é tarefa de todos.



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Edna Lopes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Educar Educador



A Educar Educador 2012 terá mais de 100 palestrantes para debater o tema “Família, Sociedade e Escola: onde pretendemos chegar?”.

De 16 a 19 de maio será realizada a maior feira e os mais importantes congressos sobre educação da América Latina, na 19ª edição da EDUCAR EDUCADOR 2012, em São Paulo. O evento reunirá educadores, professores e pensadores brasileiros e internacionais para apresentar e debater os principais temas sobre a educação nestes novos tempos. Simultaneamente, cerca de 200 empresas expositoras de produtos e serviços do Brasil e de diversos países, ligadas ao mundo educacional, estarão compondo um ambiente integrado de ferramentas e propostas inovadoras para o segmento.
Este ano, o tema central do evento é “Família, Sociedade e Escola: onde pretendemos chegar?”, em que a organização propõe refletir sobre  o papel de cada uma destas entidades dentro da formação educacional e do desenvolvimento humano. O tema central e outras palestras estarão incorporados ao 19º EDUCADOR (Congresso Internacional sobre Educação).
Considerada a maior Feira do segmento da América Latina, a 19ª EDUCAR (Feira Internacional de Educação) é uma grande vitrine interativa, onde os visitantes têm acesso a vários lançamentos de produtos e serviços. Numa área de 5.600 m² construídos, a 19ª EDUCAR reunirá os principais grupos brasileiros de ensino, de produtos e de serviços para a educação, e ainda empresas da Inglaterra, Espanha, Itália, Chile, Hong Kong, Taiwan, Índia e Alemanha.
Deste último, serão 20 empresas instaladas em uma área exclusiva com 500 m² que comporão a Didacta, principal associação de referência em educação da Europa. A proposta da Feira é apresentar materiais de apoio pedagógico e didático, editoras, cursos, infraestrutura, serviços de gestão e planejamento estratégico.
Nos quatro dias de evento, mais de 10.000 pessoas deverão visitar a 19ª EDUCAR e estima-se cerca de 4.000 participantes nos eventos de capacitação (Congressos). A 19ª EDUCAR EDUCADOR 2012 é realizada e promovida pela Futuro Eventos, empresa do Grupo Futuro, sediada em Pinhais, município da Grande Curitiba (PR).
O evento será composto ainda por outros três Congressos específicos: 8º EDUCADOR MANAGEMENT (Seminário Internacional de Gestão em Educação), 2º EDUCATEC (Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação) e, estreando este ano, o 1° PROFITEC(Congresso Internacional de Educação Profissional e Tecnológica).
SERVIÇO:
19ª EDUCAR  EDUCADOR 2012 – CONGRESSOS E FEIRA INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO
Data: 16 a 19 de maio de 2012
Local: CENTRO DE EXPOSIÇÕES IMIGRANTES (www.centroimigrantes.com.br)
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo – SP
INFORMAÇÕES GERAIS / HORÁRIOS:
16/Maio: Quarta-feira • das 15h30 às 19h30
17/ Maio: Quinta-feira • das 8h30 às 18h30
18/ Maio: Sexta-feira • das 8h30 às 19hs
19/ Maio: Sábado • das 8h30 às 18h30
INSCRIÇÕES 
Entrada franca* (indispensável ter vínculo com setor educacional)

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

GESTÃO EDUCACIONAL

Gestão Educacional:
Algumas Considerações



Quando se fala em gestão escolar ou educacional, em geral nos vem à lembrança os modelos administrativos. Quase que de imediato nos lembramos de expressões ou conceitos como: gestão participativa, autonomia escolar, flexibilização da gestão. E tudo isso nos leva à algumas indagações como: Por que nosso sistema escolar ainda enfrenta problemas tanto gestionários como didático-pedagógicos? A causa do baixo rendimento escolar de nossos alunos se explica a partir dos modelos administrativos? Planejando, avaliando e recebendo apoio financeiro as escolas conseguirão resolver seus problemas? Ou direcionar dinheiro às escolas é só mais uma forma de mascarar o verdadeiro problema? Qual seria, então esse problema?

Olhando para a história constatamos que, principalmente a partir da década de 1970, começou-se a refletir sobre a administração escolar e sobre o papel do diretor. "Ao observar que não é possível para o diretor solucionar sozinho todos os problemas e questões relativos à sua escola, adotaram a abordagem participativa fundada no princípio de que, para a organização ter sucesso, é necessário que os diretores busquem o conhecimento específico e a experiência dos seus companheiros de trabalho". (LÜCK, 2000, p.19). E a autora afirma em seguida que as teorias da gestão escolar podem ser divididas a partir de duas bases: uma psicológica e outra social. As de base psicológica podem ser consideradas como de "modelo cognitivo" e "modelo afetivo"; as teorias de base social partem do "modelo de democracia" e do "modelo da consciência política".

Também é verdade que já houve tempo em que as escolas podiam ser consideradas reflexos do sistema autoritário de governo. Isso mudou, principalmente a partir da atual legislação, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96) que menciona a preferência pelo modelo democrático e participativo da administração escolar. O artigo terceiro, inciso VIII da LDB, sobre os princípios do ensino no Brasil fala na: "gestão democrática do ensino público". Essa gestão democrática, como prevê o artigo 14, deve ter por base a participação tanto dos profissionais da educação, como da comunidade. E a LDB diz mais. No artigo 15 podemos ler: "Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira"

Do ponto de vista legal, portanto, estão completamente superados eventuais vestígios de autoritarismo.

Nossa questão, portanto é: como se efetivará a gestão democrática? Qual sua relação com o planejamento, o financiamento e a avaliação?

Começamos dizendo que deste ponto de vista a gestão escolar ou educacional pode ser entendida como o caminho, o modelo e as posturas envolvidas e desenvolvidas para gerir o sistema escolar ou as escolas. Para essa gestão é que a lei prevê a necessidade de ser democrática com crescente autonomia. Trata-se portanto de um movimento de alteração das relações de poder, do papel do Estado e dos atores sociais. Embora esteja falando a partir do modelo português, o que diz João Barroso, aplica-se à nossa realidade: "essa alteração vai no sentido de transferir poderes e funções do nível nacional e regional para o nível local, reconhecendo a escola como um lugar central de gestão e a comunidade local (em particular os pais e alunos) como um parceiro essencial na tomada de decisões" (BARROSO, 2003, p. 13)

Isso nos leva a mais uma indagação: em que consiste essa autonomia?

O sistema de ensino público, mesmo concedendo autonomia às instituições escolares, ainda mantém a supremacia legislativa e normativa: é o poder público que contrata e mantém os professores e demais funcionários das escolas; o dinheiro aplicado nas escolas vem do poder público. Mesmo no ensino superior, em instituições que mantêm fundações ou outras instituições para captação de recursos, o poder público mantém a normatização de funcionamento, além do quadro funcional. Na iniciativa privada não é diferente: o poder publico mantém constante e severa vigilância. Portanto a autonomia não é absoluta, pois acima das instituições de ensino permanecem as instituições do Estado. Neste caso para que aconteça a autonomia ela precisa ser construída mediante sintonia de interesses e pela crescente possibilidade de diálogo entre o poder público, a sociedade civil e a comunidade escolar. A gestão democrática e participativa se constrói, portanto, pela sintonia desses três vértices do triângulo dos interessados.

Neste caso nem a gestão democrática é algo pronto, nem a autonomia um ponto de chegada e definitivo. Mas se trata de um processo construído no cotidiano das ações.

Mas existe um outro lado da autonomia que pode soar um pouco mais problemático. Por que o poder público, ou o Estado, alimenta a gestão democrática? Por que quem detém o poder estaria abrindo mão dele?

É o mesmo João Barroso quem nos responde a partir de uma breve análise do conceito de "territorialização" e da autonomia consentida. A territorialização consiste numa diversidade de processos que "vão no sentido de valorizar os poderes periféricos, a mobilização dos actores e a contextualização da acção política". (2003, p. 14). E o autor continua, dizendo que: esse processo "tem por pano de fundo um conflito de legitimidade entre o Estado e a sociedade, entre o público e o privado, entre o interesse comum e os interesses individuais, entre o central e o local" (2003, p. 14).

Dentro desse processo, diz esse autor, podem existir mecanismos promovendo uma espécie de privatização da escola pública; ou uma forma do poder central transferir para as periferias os problemas aos quais não sabe ou não pode resolver; pode manifestar-se, também, como mecanismo de controle indireto. São efetivamente riscos que se corre, e que são previsíveis dentro da ideologia ou do modelo de um Estado que se assente no neoliberalismo. Mas, ao mesmo tempo, pode-se ver nesse processo o resultado de mobilizações de atores sociais locais, apropriando-se de espaços antes controlados exclusivamente pelo poder central. Em outras palavras, o que se percebe é a permanência dos conflitos, mas agora não de forma explosiva e sim dialogada, democratizada... não se pode dizer que as novas tendências de gestão superam os conflitos e contradições da sociedade capitalista, mas que abre espaço para o diálogo, acenando para uma perspectiva democrática do universo educacional. E com isso voltamos à afirmação da democratização do ambiente educacional.

Agora se pode perguntar: esse processo de democratização e de ampliação da autonomia educativa é positivo ou problemático para a sociedade? A reposta vai depender da análise do fenômeno, respondendo a estas indagações: trata-se de uma forma de transferir problemas insolúveis para a comunidade? Ou trata-se de um avanço da mobilização dos atores sociais?

O que podemos observar, concretamente é que, a partir de um processo de gestão democrática, a comunidade escolar – particularmente os gestores – é levada a melhor planejar o cotidiano escolar. Planejamento não só das ações pedagógicas, mas também dos processos financeiros e das relações com os pais e alunos. Dentro desse processo a escola tem condições de ultrapassar seus próprios muros.

Também se pode dizer que a partir dessa perspectiva o Estado, por meio de vários programas, direciona dinheiro para as escolas – e aqui estamos pensando, especificamente,nas escolas públicas estaduais. Esse dinheiro é administrado não somente pelo diretor e demais funcionários das escolas, mas por uma equipe gestora da qual também participam pais e alunos – essa equipe, recebe diferentes denominações: APP, APM, Caixa Escolar.... O processo participativo ocorre, não só pela recepção e distribuição do dinheiro, mas num processo anterior, quando pais, alunos e membros da escola opinam sobre como e onde deve ser aplicado o dinheiro que virá. Portanto, a previsão, o planejamento, é anterior à remessa. O dinheiro chega às escola, sim, mas a partir de planejamento.

Estamos, pois, diante de um novo modelo gestionário da ação escolar. Um modelo que democratiza a participação, que demanda planejamento, que, a partir do planejamento, consegue gerir e aplicar a verba destinada à escola. Podemos, inclusive, admitir que haja menor risco de desvio de verbas, o que seria assunto para outra discussão, evidentemente. Também podemos admitir que esse modelo pode ser um mecanismo que esteja ocultando a incapacidade ou a má vontade do centro do poder; pode ser uma manifestação da manipulação exercida sobre os atores sociais. Mas também pode ser mais uma conquista da mobilização social. E, talvez, havendo mais mobilização, haja mais conquistas...

Prof. Ms Neri P. Carneiro(Filósofo, Teólogo, Historiador

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sem te conhecer...


Para alguém que ainda não conheço.

 Como já se pode amar uma pessoa sem a conhecer? Não sei a cor dos teus olhos, a cor do teu cabelo, não conheço o teu sorriso, o teu choro... Mas já era capaz de dar a vida por ti... Considero-te uma soma de duas partes: uma parte minha e outra do teu pai, a multiplicação de um amor, a divisão de carinho e uma diminuição do vazio que se sente em casa e no quarto que irá ser teu... Tu vens completar esse vazio no quarto, nos nossos corações, nas nossas vidas...
na minha vida...
Precisamos de ti para crescer, para ter algum medo do dia seguinte e para descobrir o que é dividir o amor que sentimos um pelo outro, por ti...


(Achei na net, quem souber o autor, por favor, ajude-me a dar os créditos) ••.

Recomeçar (Volver a comenzar) Tânia Mara -

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Charles Chaplin

Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

SHEAKESPEARE

 Para refletir...


Depois de algum tempo você percebe a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas  simplesmente não se importam...
E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não te ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.